quinta-feira, fevereiro 03, 2005

Devaneio!






Vagueio pela sede que usa o teu corpo
Descubro a vontade que se prende em mim
Ato os teus medos e varro os segredos
Devaneio em sonhos que se dissipam no fim

Fujo pelos corpos ardentes em nós
Sei que a loucura não se pode render
Armo as defesas, os contra e os prós
Sigo por onde escrevo a sofrer

Ah! Deixa-me estar tão solto assim
Será tão bom até não fingir
Ouso ficar por dentro de ti
E corro para onde eu já me perdi!